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Terminal de GNL inicia operação no Pará

Empreendimento foi instalado em Barcarena, próximo da capital Belém, do Porto São Francisco e da foz do Rio Amazonas e com acesso ao Oceano Atlântico


No dia 29 de janeiro de fevereiro entrou em operação terminal offshore de importação de Gás Natural Liquefeito (GNL) de Bacarema, no estado brasileiro Pará. A FSRU (Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação) irá atender com gás natural indústrias da região e abastecer, em contrato de 15 anos, a refinaria Alunorte da multinacional norueguesa Norsk Hydro e a termelétrica de 630 MW da estadunidense New Fortress Energy (NFE). Essa térmica a gás está ainda em construção e deve iniciar sua atividade no próprio terminal no segundo semestre de 2025.


A NFE, também dona do novo terminal no Pará, é a mesma empresa que pretende operar a regaseificação de GNL instalada na Baía da Babitonga entre os portos de São Francisco do Sul e Itapoá, em Santa Catarina. Os estadunidenses adquiriram o projeto da norueguesa Golar Power LNG, mas ainda não viabilizaram a operação porque falta um âncora ao projeto, que inicialmente seria a térmica (Complexo Termelétrico Jorge Lacerda) da francesa Engie.


Além disso, o consumo de gás natural em Santa Catarina caiu nos últimos dois anos e os preços de importação de GNL, com os conflitos geopolíticos em curso e a estratégia da OPEP, dificilmente deslocam a opção boliviana e nacional de suprimento de gás natural via gasodutos de transporte. Embora, o terminal seja a única opção de ampliação da oferta e alternativa, que enfrenta resistências, de abastecimento às regiões distantes das redes de distribuição instaladas e que, ainda e em sua maioria, concentram atividades na fachada Atlântica do território.


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